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LEGENDA: 1 - FACHADA FRONTAL l  2 - FACHADA LATERAL  l  3 - FACHADA POSTERIOR  l  4 -  INTERIOR  l  5 - INTERIOR l  6 - INTERIOR l                           7 - CAPELA DO SANTÍSSIMO  l   8 - SALA DE RECONCILIAÇÃO  l  LOCALIZAÇÃO NO TERRENO

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Carta encaminhada pelo arcebispo Metropolitano de Mariana, Dom Geraldo Lyrio Rocha, à Comunidade Sagrada Família em incentivo à construção da nova Igreja Matriz

                                                                         

      O NOVO TEMPLO DA SAGRADA FAMÍLIA



Encanta a extraordinária beleza do projeto de construção da nova igreja matriz da Paróquia da Sagrada Família, em Ouro Branco. Sem dúvida, é um grande empreendimento que vai exigir muito esforço da comunidade paroquial e que deverá contar com o apoio de muitas pessoas e entidades para que se construa um novo templo à altura das exigências dessa Paróquia e da própria cidade de Ouro Branco.

Para nós católicos, o templo simboliza a Igreja que peregrina nesta terra e é imagem da Igreja congregada na glória do céu. Esse belo projeto, assinado pela Arquiteta Ir. Laíde Inêz Sonda e pela Engenheira Ir. Kelly de Oliveira, da Congregação das Pias Discípulas do Divino Mestre, leva plenamente em conta a natureza própria do templo católico que deve ser adequado às celebrações litúrgicas, de nobre beleza e sinal das realidades divinas.

O projeto da igreja da Sagrada Família de Ouro Branco observa perfeitamente o que está prescrito nos livros litúrgicos: "A disposição geral do templo deve manifestar, de algum modo, a imagem do povo reunido e permitir uma ordem inteligente, bem como a possibilidade de se exercerem com decoro os diversos ministérios".

Além do belo ambiente para a Santa Missa, o projeto da nova igreja da Sagrada Família prevê devidamente o lugar para a celebração dos demais sacramentos, sobretudo do Batismo e da Reconciliação, além dos outros espaços convenientemente ordenados tais como a capela do Santíssimo, a sacristia e seus anexos.

Imploro as bênçãos da Sagrada Família para essa Paróquia, seu Pároco Pe. Luciano Ferreira de Oliveira, nossas famílias e todos os que haverão de colaborar para que esse grande projeto se torne realidade. Ao erguer-se o tempo material, erga-se também a Igreja viva de Jesus Cristo "povo santo reunido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo, templo de Deus, construído com pedras vivas, onde o Pai é adorado em espírito e verdade".

Mariana, 15 de agosto de 2011
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora


                                                                                                                                          + Geraldo Lyrio Rocha
                                                                                                                                       Arcebispo Metropolitano
 

 

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MEMORIAL DESCRITIVO

Projeto para construção da nova igreja da Paróquia Sagrada Família

Ouro Branco/MG

 

Os princípios básicos para a elaboração de projetos de espaços celebrativos são a liturgia e a teologia do espaço. Partimos do princípio de que o espaço de celebração da comunidade deve expressar a materialização do Mistério que é celebrado. A igreja deve ser a imagem da verdadeira IGREJA, aquela que peregrina rumo a Jerusalém do céu. O espaço de reunião da comunidade deve ser a antecipação do que será a Jerusalém celeste. Todo o projeto para um espaço litúrgico deve atender também às necessidades funcionais da liturgia e ao mesmo tempo manifestar a beleza intrínseca às coisas de Deus.

Procuramos seguir as diretrizes elaboradas pelo Concílio Vaticano II, expressas de forma mais didática na Introdução Geral sobre o Missal Romano (IGMR), da qual reproduzimos os parágrafos a seguir:

Para celebrar a Eucaristia, o povo de Deus se reúne na igreja ou, na falta desta, em outro lugar conveniente, digno de tão grande mistério. As igrejas e os demais lugares devem prestar-se à execução das ações sagradas e à ativa participação dos fiéis. Além disso, os edifícios sagrados e os objetos destinados ao culto sejam realmente dignos e belos, sinais e símbolos das coisas divinas.[1] (IGMR 253)

O povo de Deus, que se reúne para a Missa, constitui uma assembléia orgânica e hierárquica que se exprime pela diversidade de funções e ações, conforme cada parte da celebração. Por isso, convém que a disposição geral do edifício sagrado seja tal que ofereça uma imagem da assembléia reunida, permita uma conveniente disposição de todas as coisas e permita a cada um exercer corretamente a sua função.

Os fiéis e o grupo dos cantores ocuparão lugares que lhes favoreçam uma participação ativa.[2] (IGMR 257)

A ornamentação da igreja deve visar mais a nobre simplicidade do que a pompa. Na escolha dessa ornamentação, cuide-se da autenticidade dos materiais e procure-se assegurar a educação dos fiéis e a dignidade de todo o local sagrado. (IGMR 279)

Em visita ao local nos foram relacionadas as seguintes necessidades:

  • Uma construção que abrigue aproximadamente 700 ou 750 pessoas;
  • A edificação deve abrigar depósito, Capela da Reconciliação, Capela do Batismo, Capela do Ssmo e sacristia, sendo estas duas últimas disposta mais próximas ao ângulo da frente do terreno;
  • Projeto de paisagismo do local;
  • Considerar o acesso de carros até o fundo do terreno, onde se situa a cobertura para eventos;
  • Pensar a construção com estrutura metálica dado que no Estado e na região se situam as maiores mineradoras de ferro do país.
  • Ocupar o terreno de forma o acesso se dê pela mesma rua do acesso atual.

Foi-nos sugerido ainda que a nova construção fosse pensada em forma de leque podendo ser encostada na face do terreno que faz divisa com a Rua D. Rodrigo José de Meneses, apenas respeitando o recuo mínimo de 1,50 metros.

Com essas premissas, a edificação foi pensada de modo a obter um espaço adequado para a liturgia, em sintonia com o entorno e com o qual a comunidade possa se identificar por sua beleza e simplicidade.

Externamente a igreja é uma tenda com uma cobertura leve que reproduz nas suas curvas as silhuetas das montanhas que estão na paisagem local. A tenda lembra a condição de peregrinos que somos e o desejo que carregamos de um dia habitar a cidade celeste, a Jerusalém do céu. A cobertura metálica com beiral facilita o escoamento das águas pluviais e manutenção. As vigas de sustentação, que serão posteriormente detalhadas são atirantadas com cabos de aço até a torre. A torre é formada por três pilares que além de quebrar a monotonia da fachada posterior lembra a Trindade e os membros da Sagrada Família. Além destes três pilares da torre mais pilares estão postos em evidência na mesma fachada lembrando todas as famílias. Elas são o berço da comunhão onde todos aprendem a “SER” a partir do outro. Na torre há a indicação de colocação dos sinos.

 A cobertura vai inclinando-se e tornando-se mais baixa no lado direito onde estão locados os serviços e a capela do Santíssimo. A parede curva da capela além de abrir a construção também para o ângulo e a rótula de confluência das ruas que dão acesso á igreja, dinamiza a forma da cobertura e quebra a sua rigidez.

 A construção se acomoda ao terreno, à sua forma e tamanho quase retangulares sem permitir que ele determine o formato e a disposição habitual da assembleia. A disposição da comunidade foi pensada para reproduzir e manifestar uma igreja mais comunhão e de relação com Deus e com os irmãos. A disposição radial faz com que todos os membros se sintam parte do corpo e celebrando unidos também manifestem a beleza de ser “Corpo de Cristo”. “Fazei de nós um só corpo e um só espírito”.  

Na extremidade direita foram locados os espaços de serviço e mais próximo do acesso principal a capela do Santíssimo com entrada própria para permitir que este espaço possa funcionar independente da igreja.

Todos os acessos se dão através de uma varanda que também tem a função de abrigar, de acolher e preparar para entrar no ‘espaço sagrado’.

O espaço interno se constitui dos elementos mais importantes para a celebração da eucaristia e os demais sacramentos da igreja.

Diz o Missal na sua introdução:

“O altar, onde se torna presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais, é também a mesa do senhor na qual o povo de Deus é convidado a participar por meio da Missa; é ainda o centro da ação de graças que se realiza pela Eucaristia.” [3] (IGMR 259) “Na igreja haja normalmente um altar fixo e dedicado, construído afastado da parede, a fim de ser facilmente circundado e nele se possa celebrar de frente para o povo. Ocupe um lugar que seja de fato o centro para onde espontaneamente se volte à atenção de toda a assembléia dos fiéis” [4] (IGMR 262)

            A assembleia fica disposta de forma que todos estão voltados para este centro. Embora não seja um centro geométrico é um centro polarizador para o qual os bancos dos fieis estão voltados. Dispostos em quatro fileiras, deixando um corredor central mais largo permitem aos que entram encontrar-se em primeiro lugar com o altar.

O altar de granito e aço corten lembra a matéria da região. A oxidação do aço, o desgaste, lembra-nos a entrega da vida, o ‘gastar-se’, o ‘dar-se’ para a Vida do mundo, como fez o Cristo. Eucaristia é entrega da Vida, e serviço.

           Do lado direito do altar se situa o ambão.

“A dignidade da Palavra de Deus requer na igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra.[5] De modo geral, convém que esse lugar seja uma estrutura estável e não uma simples estante móvel. Seja disposto de tal modo em relação à forma da igreja que os ministros possam ser vistos e ouvidos facilmente pelos fiéis. Do ambão são proferidas as leituras, o salmo responsorial e o precônio pascal; também, se for conveniente, a homilia e a oração universal ou dos fiéis.É menos conveniente que usem o ambão o comentarista, o cantor ou o dirigente do coral.” (IGMR 272)

             O ambão é mais que um apoio para os livros e o Evangeliário. É símbolo do jardim do encontro do ressuscitado, o novo Adão, que vencendo a morte nos faz participantes da sua vida.  O rasgo na vertical é este sinal de rompimento com aquilo que é terreno para projetar o ser na dimensão vertical, posição ereta, de ressurreição. No próprio ambão se localiza o suporte para o símbolo Pascal por excelência, O Círio.

            Atrás do altar, foi colocada a cadeira da presidência sobre um pequeno degrau de 15 cm. O presidente pode ser visto e se comunicar com facilidade pois a localização da cadeira , está no centro da parede de fundo do presbitério mas não coincide com o eixo de localização do altar.

 “A cadeira do sacerdote celebrante deve manifestar a sua função de presidir a assembleia e dirigir a oração. Por isso, o seu lugar mais apropriado é de frente para o povo no fundo do presbitério... Evite-se toda espécie de trono. Coloquem-se as cadeiras dos ministros no local mais apropriado do presbitério, para que possam facilmente cumprir as suas funções” [6] (IGMR 271)

Ao lado da cadeira do presidente da celebração se encontram os assentos para demais ministros. Essa disposição permite que a Igreja se manifeste como uma assembléia ministerial onde o povo de Deus, em virtude do batismo é chamado a ser sacerdote, profeta e rei.

Na parede de fundo estamos propondo que haja um ícone da Sagrada Família. Na maquete foi colocado um desenho somente ilustrativo. O desenho para esta igreja deverá ser executado posteriormente e discutido com a comunidade, inclusive a técnica que deverá ser usada: pintura, ou mosaico, ou alto relevo.

As demais figuras estarão nas janelas onde já está sendo apresentado um primeiro esboço que deverá ser aprimorado de toda a iconografia dos vitrais. Neles estarão representadas cenas bíblicas da vida de Jesus onde aparece a Sagrada Família. O nascimento da família: Anunciação do Anjo a Maria e sonho de José. O nascimento de Jesus e a Fuga para o Egito. Estes desenhos estarão nos vitrais da fachada. Na lateral esquerda onde estão as demais janelas ficam as cenas que dizem respeito à missão de Jesus: Apresentação e Encontro no Templo. Estas cenas são precedidas por duas cenas no ângulo da igreja: Cena onde aparece José o carpinteiro, e Maria a mulher do lar. A missão de Maria e José é educar, acompanhar Jesus que como Filho de Deus tem a missão de se ‘ Ocupar das coisas do Pai’.  As demais janelas terão somente desenhos geométricos coloridos para que a Sagrada família da parede central possa permanecer em destaque.

No lado esquerdo do presbitério se localiza a Fonte batismal. A água corrente é conduzida por um tubo de ferro que sai do jardim e entra pelo grande vitral onde está o Espírito Santo. O espírito que pairava sobre as águas primitivas e criou a vida, pairou sobre o Cristo no batismo e paira sobre cada um dos batizados através da água, sinal de morte e vida os faz participantes do mistério pascal de Jesus. Lembra o diálogo de Jesus com Nicodemos (Jo 3 ) É um espaço de vida e luminosidade que lembra a Luz de Cristo e aquilo que cada batizado deve ser; luz.

O espaço para a reconciliação situa-se em duas salinhas no lado oposto ao batistério. Espaços que manifestam na sua simplicidade a acolhida e a misericórdia resguardando a necessária privacidade mas também mantendo a conexão com os demais pólos de celebração enfatizando a dimensão comunitária do pecado e da necessária reconciliação com os irmãos.

Através de um corredor sem portas há acesso para a capela do Santíssimo e área de serviço (depósito e arrumação das flores).

A sacristia está locada de forma que se possa sempre fazer a procissão de entrada requerida pela liturgia, ou em celebrações mais simples, passar pela capela do santíssimo e entrar pelo corredor lateral direito.

A capela do santíssimo facilita a oração pessoal. O sacrário está semi-embutido na parede e circundado por anéis de chapa em aço corten com encrustrações de pedras semipreciosas de amarelo citríno. As pedras, também muito abundantes no estado manifestam que a Eucaristia é sempre sacramento de unidade e de partilha. Viver a Eucaristia supõe criar unidade e fazer-se dom para os outros como fez Jesus dando-se como alimento para a vida do mundo. A beleza das pedras será realçada por iluminação tipo LED.

A iluminação geral da igreja em dias normais se dá pelas próprias janelas e vidros coloridos. A projeção das cores alegres e vibrantes no ambiente também podem lembrar a diversidade de dons e carismas das pessoas e a variedades dos vidros no ambiente lembram a variedade e a riqueza dos carismas presentes na comunidade.  Para suprir e iluminar o ambiente á noite e quando for necessário sugerimos plafons embutidos no forro de madeira. Estes serão indicados no projeto executivo. As portas são de aço com vidro e cada uma possui um desenho específico. A da entrada principal tem um desenho estilizado de ramos de palmeira. A palmeira para os povos bíblicos era símbolo de Vida e vitória. Os eleitos da Jerusalém celeste trajam vestes brancas e têm ramos de palmeira em suas mãos.  Entrar no recinto é ir ao encontro da Vida e de certa forma já agora antegozo da liturgia celeste.

O mobiliário litúrgico (altar, ambão, presidência), sugerimos que mantenham o design parecido e o uso de granito preto flameado conjugado com aço corten. Os bancos e assentos da assembleia terão desenho próprio e também serão em madeira e metalon.

Na próxima fase dos trabalhos serão apresentados também detalhes de calçadas, jardins e iluminação externa.

 

                                                                                                                                    Arq. Ir. Laíde Inêz Sonda

                                                                                                                                                 Ir. Kelly de Oliveira

 

                                                                                                                         www.apostoladoliturgico.com.br

 

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ARTIGO

 

NOVA MATRIZ: MAIS QUE UMA NECESSIDADE, UMA DÍVIDA DE GRATIDÃO

Um breve exame de consciência permiti-nos afirmar que pouco damos em relação ao muito que recebemos de nossa comunidade. Pode parecer um paradoxo, mas aqui a matemática não funciona: perdoar sete vezes, setenta vezes não é igual a 490, mas quantas vezes forem necessárias, pois a combinação dos números sete e zero leva a infinito. Se um doa ao outro 100, este fica feliz, mas se doa um a cada cem, a felicidade dos cem é muito maior que a felicidade do primeiro, que ganhou muito. Aqui, dividir se transforma em multiplicar.    

No milagre da multiplicação dos pães, Jesus poderia muito bem transformar pães e peixes do nada, mas Ele mesmo tinha se recusado transformar pedras em pães, quando tentado pelo demônio. Jesus quer sempre contar com a colaboração do ser humano e, no milagre da multiplicação dos peixes e dos pães, era necessária a participação de um menino que tinha, além de cinco pães e dois peixes, o desejo de dividi-los.

 Por isso, não acho paradoxal a afirmação de receber mais da comunidade do que damos, pois estamos falando algo além de bens materiais. Estamos falando da acolhida que recebemos desta cidade de Ouro Branco, quando aqui chegamos, alguns vindos de muito longe, outros de perto. Da família que aqui construímos, dos nossos filhos e filhas, educados pelos ensinamentos da Santa Igreja, conforme as promessas assumidas nos nossos casamentos e nos batismos dos mesmos; dos momentos de alegrias e até mesmo os de tristezas, onde muitos amigos e amigas nos deixaram e hoje descansam na Glória de Deus. Estamos falando da evolução ocorrida deste a primeira missa em um galinheiro da Minas Talco até a última celebração da Santa Missa na Igreja da Sagrada Família, construída temporariamente para ser o salão paroquial e este “temporário” já dura mais de trinta anos.

Assim, temos uma dívida de gratidão a esta comunidade que nos acolheu e nos ajudou muito mais que imaginamos. A esta dívida de gratidão soma-se a necessidade de cada um de nós, como católicos, deixar uma marca da nossa passagem pela comunidade da Sagrada Família e pela cidade de Ouro Branco que nos acolheu e tudo isso flui de uma maneira muito clara e consistente para a construção da nova Matriz da Sagrada Família.

 Alguns acomodados dirão não ser necessário, mesmo com mais de duzentas pessoas participando da Missa do lado de fora da Igreja. Muitos dirão ser impossível; outros acharão ser loucura e uma tarefa além de nossas forças. Mas na unidade de sermos um, somos muito mais do que mil, e, portanto, na unidade em Cristo, é uma tarefa perfeitamente possível de ser executada. Se cada um de nós, apenas por um determinado momento, deixarmos de brilhar, para que apenas o Cristo brilhe através de nós, com certeza teremos o nosso Santuário construído para a Sua Glória.

Assim os filhos e filhas da Igreja Católica, em união com o Pai, através de seu Filho, Jesus Cristo erigirão a nova Matriz da Sagrada Família e o nome de cada um estará marcado no Livro da Glória de Deus. Se só isso não bastasse, mostraremos ao “mundo”, a nossa capacidade de vencer desafios com o apoio da incomparável virgem Maria e seu castíssimo esposo São José, em união com Cristo e, sempre, para Cristo.

Se fizermos as coisas mais simples com um amor extraordinário, o amor de Cristo, tudo dará certo, é o que nos assegura Santa Terezinha e a beata Irmã Dulce. Portanto, abramos os nossos corações e deixemos simplesmente a graça atuar e aprenderemos que dividir, sempre, pela fé, é multiplicar. Somente através de um pequeno ato de amor e doação de todos, faremos coisas grandiosas, basta apenas, sermos o menino com dois pães e cinco peixes. O resto, deixe por conta de Deus, Ele tudo proverá...

 

                             José Pinheiro Sampaio

    
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